“Era uma vez um rei, moço e valente, que partiu a batalhar (…)” Valia a pena clicar(sequências narrativas) clicar(resumos) clicar (categorias da narrativa ...)
O Tesouro
“Os três irmãos Rui, Guanes e Rostabal eram os fidalgos mais pobres do Reino das Astúrias.”
O Defunto
No ano de 1474 foi viver para Segóvia um moço cavaleiro chamado D. Rui de Cardenas.”
Frei Genebro
“Em tempos que já lá vão, havia um frade chamado Genebro.”
Civilização
“Eu tenho um amigo chamado Jacinto que nasceu num palácio e vive dos rendimentos.”
O Suave Milagre
“Nesse tempo, ainda Jesus não saíra da Galileia mas já a nova dos seus milagres chegara a outras terras.”
Vale a pena escrever...
... a sinopse: Neste pequeno livro, Luisa Ducla Soares presta uma homenagem "ao maior dos ficcionistas de língua portuguesa", aquando do centenário da sua morte. Seleciona e reconta seis dos contos, escritos por Eça de Queirós. A Aia é...
Vale a pena ler...
... o prefácio (excertos)
Embora a temática, o fio narrativo, o estilo, o humor de várias das suas obras sejam susceptíveis de atrair os jovens, a elaboração e uma relativa complexidade tornam-nas dificilmente acessíveis a estes.
Seleccionei alguns contos, procurando, na medida do possível, que a adaptação fosse fiel ao espírito e características da prosa de Eça de Queirós.
A essência de um autor é ele próprio e, como leitora e fã de Eça de Queirós, não pude deixar de experimentar certa sensação de sacrilégio ao fazer este trabalho. Mas animou-me a ideia de facilitar uma aproximação, um contacto entre os jovens, ou os menos dados a leituras, e o grande escritor.
Repara nos links sinalizados. Clica e lê! Além disso, consulta os blogues dos alunos que se encontram no PILP.
(espaço - é quase sempre limitado: uma casa; um lugar, uma rua...
tempo - é normalmente determinado /os acontecimentos passam-se em horas ou dias.);
- acção simples que decorre de forma mais ou menos linear;
- diálogo é o modo de apresentação do discurso que aparece com frequência.
»»Embora o conto seja hoje uma forma literária reconhecida e utilizada por inúmeros escritores, começou por ser um relato simples (origem popular) e despretensioso de situações imaginárias, destinado a ocupar os momentos de lazer. Um contador de histórias narra a um auditório reduzido e familiar um episódio considerado interessante. Os constrangimentos de tempo, a simplicidade da assembleia e as limitações da memória impõem que a "história" seja curta. Essas mesmas circunstâncias determinam, como já vimos, a limitação do número de personagens, a sua caracterização vaga e estereotipada, a redução e imprecisão das referências espaciais e temporais, bem como a simplificação da acção. Na realidade ele constitui uma criação colectiva, dado que cada "contador" lhe introduz inevitavelmente pequenas alterações ("Quem conta um conto, acrescenta um ponto.").
4º Trabalhos de grupo Eça de Queirós contou… Luísa Ducla Soares recontou… o 7º ano estudou…
Orientações para a realização dos trabalhos:
Após ter sido feita pelo grupo-turma a leitura integral de todos os contos, nas primeiras aulas, cada grupo de 4 elementos (a quem foi atribuído um determinado conto) deve proceder à:
resolução das actividades propostas nas fichas de leitura afixadas abaixo;
elaboração do resumo do conto (relembrar as regras/técnicas e fases para fazer o resumo estudadas e praticadas nas aulas
ou
preparação da dramatização do conto para apresentares à turma;
relação de intertextualidade (pontos semelhantes e/ou diferentes quanto ao tema) entre o conto e uma imagem ou poema seleccionado pelo grupo.
Para te auxiliar nesta relação de intertextualidade, apresenta-se, de seguida, um quadro que poderá servir de referência para o registo a fazer.
Na aula 100, o sumário é diferente...
Surgem de seguida os temas/actividades que vão comandar a aula:
1º Cartoon (vai abrir o caminho para actividades do 3º período e não só)
2º Vê como és uma pessoa importante:
Clica
http://www.star28.net/snow.html http://www.star28.net/snow.html,
Digita o teu nome, sem usares acentuação, clica em 'submit '.
Espera um pouco... SURPRESA!...
Repara que na obra,"O Cavaleiro da Dinamarca", a narracção predomina. Sabemos da história/acção através de um narrador.
Na obra "Leandro, rei da Helíria", sabemos da acção pelas palavras das próprias personagens, através do diálogo que predomina neste texto dramático.
Ora, o discurso directo está mais presente em que obra? e o discuso indirecto?
Para relembrar:
Esta informação serve para:
1º - Veres os exemplos que te são apresentados;
2º - Veres o quadro comparativo (ou este), que só conseguirás compreender e perceber se está completo e correcto, depois de...
... clicares no link que surge no final (ou se preferires aqui) e leres e perceberes os exemplos que estão na primeira página; fazeres os exercícios da última página.
Este tema tem dominado as nossas aulas de Língua Portuguesa ultimamente, nos textos de autor, nos textos produzidos em Oficina de Escrita, nas imagens, na prova escrita...
Deixo aqui um vídeo para ver "com olhos de ler". Dedico-o a todos os meus alunos, sem excepção, esperando que entendam aquilo que, desde que os conheci, procuro transmitir sempre que estou com eles...
Talvez estas palavras lhes toquem, pois as da professora nem sempre têm acesso e sucesso...
2º- Esclarecimentos necessários devido a alterações advindas dos Novos Programas de Português do Ensino Básico (PPEB)
2.1. Temos 2 Processos morfológicos de Formação das Palavras complexas. A partir de um radical e/ou base - o que designávamos de palavra primitiva ( infeliz)
1 - DERIVAÇÂO ( com adição de afixos / sem adição de afixos )
Nota: os afixos são os prefixos e os sufixos e interfixos
2 - COMPOSIÇÂO
DERIVAÇÂO
(com adição de afixos derivacionais ) Por Afixação palavras derivadas por prefixação - desatento palavras derivadas por sufixação - mentiroso palavras derivadas por parissíntese - entardecer
2- COMPOSIÇÂO MORFOSINTÁCTICA (palavra + palavra) guarda-chuva
via láctea
NOTA: Os processos irregulares de formação de palavras serão estudados mais tarde: Onomatopeia; Sigla; Acrónimo; Amalgama; Trucação; Empréstimo; Extensão semântica.
Chama-seintertextualidadeà relação que podemos estabelecer entretextos expressos por diferentes linguagens.
Se num texto eu vejo partes entre aspas e com notas a indicar o autor e o livro donde se extraiu a citação, então aqui está explícita a intertextualidade.
Normalmente nos textos literários, a citação de outros textos é implícita, ou seja, um poeta ou romancista não indica o autor e a obra donde retira as passagens citadas, pois pressupõe que o leitor compartilhe com ele um mesmo conjunto de informações a respeito de obras que compõem um determinado universo cultural. Há necessidade de ler muito!! Quanto mais conhecermos, melhor nos apercebemos das relações/diálogos entre textos.
Bem, eis aí a importância de ler sempre. Assim como as palavras de um texto não se juntam de forma isolada, os livros não são escritos ao acaso. Toda obra é fruto de influências contidas nas leituras anteriores de quem escreveu.
No último teste de avaliação de Língua Portuguesa, o texto A(excerto do livro "Leandro, rei da Helíria" - texto literário) e o texto B(excerto de um texto informativo sobre a interpretação dos sonhos) eram diferentes na forma, mas semelhantes no conteúdo/tema. Podemos dizer que dialogavam um com o outro, pois ambos falavam de sonho e do seu significado.
CONCLUSÃO
1- Textosverbais, pela palavra
Textos icónicos/visuais, pela imagem
"Textos" auditivos, pelo som e pela música...
...não existem isolados, integram um todo.
2- A ligação ou interacção de sentido entre vários tipos de texto que resulta de uma leitura comparada chama-se intertextualidade
3- Intertextualidade:
-Formal ou estrutural
(textos com a mesma forma, mas temas diversos)
-Temática
(o mesmo tema é abordado em perspectivas diferentes e por diversos tipos de texto)
APLICAÇÃO
1º- A partir da Leitura Comparada dos dois textos poéticos que se seguem, realiza a análise intertextual
Nota: Antes da leitura dos dois textos poéticos (texto literário)/ poema 1 e poema 2 que se seguem, relembra as características do texto poético:
*(A pedra filosofal é a substância mágica da alquimia que permite a transmutação dos metais, a cura de todas as doenças e a imortalidade. Infelizmente, como muitas outras maravilhas sonhadas pelos alquimistas, esta substância só existe na imaginação.)
(ver pág.249 do Manual de L. Portuguesa)
DESAFIO
Tenta fazer a análise intertextual, relacionando um destes poemas com uma cena à tua escolha do texto dramático "Leandro, rei da Helíria".
Sou uma professora aprendiz que tem como lema e inspiração as palavras do poeta Miguel Torga "O que importa é partir, não é chegar!".
Esta é mais uma caminhada/um projecto com alunos de L.P. da EBIArnoso/StMaria...